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dc.contributor.authorSchneider, Márcia Raquel-
dc.typeDissertação de Mestradopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleSuscetibilidade genética, dano e reparação do DNA e sua relação com o perfil fisiopatológico de pacientes com câncer de pulmão.pt_BR
dc.date.issued2017-
dc.degree.localSanta Cruz do Sulpt_BR
dc.contributor.advisorValim, Andréia Rosane de Moura-
dc.contributor.advisorcoPossuelo, Lia Gonçalves-
dc.degree.departmentPrograma de Pós-Graduação em Promoção da Saúdept_BR
dc.description.abstractBackground: Lung cancer has high morbidity and mortality, and in 2016, according to INCA (2017), the number of cases was 28,220, of which 17,330 were men and 10,890 were women. The treatment consists of the use of chemotherapeutic agents that, like the disease, attack the cells and can cause DNA damage. Objective: Investigate DNA damage and repair in patients with lung cancer in chemotherapy and its relationship with the pathophysiological profile. Methods: A case-control study evaluated 24 patients with lung cancer (CA) and 23 individuals with no smoking history or cancer in the family and without respiratory disease in childhood (CO). Peripheral blood lymphocytes were used to perform alkaline comet assay (pH> 13) and to assess DNA damage as well as to evaluate Methyl methane sulfonate (MMS) DNA repair after 1 hour (h) and 3 h at 37 ° C. The percentage of residual damage (DR) after 3 h of MMS treatment was calculated for each patient. Results: the majority of patients were in the AC group, male patients, former smokers, with a history of smoking for 15 years and without associated comorbidities. Alkaline and residual damages were higher in the AC group when compared to controls (alkaline damage p = 0.015 and DR p = 0.05). After 1 h of MMS treatment the DNA damage of the CA increased indicating failure to repair it, compared to the controls, and after 3 h DNA repair was observed in both groups. Conclusion: Patients with lung cancer are mostly men, former smokers and with more than 15 years of tobacco consumption, undergoing chemotherapy, have high rates of DNA damage and deficiency in their ability to repair against induced damage when compared to Controls.pt_BR
dc.description.notaInclui bibliografia.pt_BR
dc.subject.otherNeoplasias pulmonarespt_BR
dc.subject.otherDano ao DNApt_BR
dc.subject.otherPredisposição genética para doençapt_BR
dc.subject.otherPerfil de saúdept_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11624/1528-
dc.date.accessioned2017-05-15T18:21:55Z-
dc.date.available2017-05-15T18:21:55Z-
dc.degree.grantorUniversidade de Santa Cruz do Sulpt_BR
dc.description.resumoDoenças pulmonares são, atualmente, a terceira maior causa de morte no mundo e são caracterizadas por comprometer o trato respiratório de forma agressiva e debilitante. Podem apresentar inúmeras causas, dentre elas a mais significante é o tabagismo, seguido da poluição ambiental, exposição ocupacional e fatores genéticos, além da debilidade do sistema imunológico. O câncer de pulmão tem 90% dos casos relacionados ao tabagismo, sendo que os outros 10% dividem-se em fatores ocupacionais, ambientais e genéticos. No mundo, atualmente cerca de 1,8 milhões de pessoas ao ano morrem por câncer de pulmão, sendo a maioria homens com idades entre 20 a 40 anos. O objetivo da pesquisa foi traçar o perfil fisiopatológico dos portadores de câncer de pulmão, quantificando o dano e reparação do DNA e identificando suscetibilidade genética. Assim, realizou-se ensaio cometa, teste de micronúcleos (para identificação de dano e reparação do DNA) e identificação de polimorfismos de nucleotídeo único (para a identificação de sucetibilidade genética), a partir de 52 casos e 50 controles. Após análise estatística, ao comparar-se o resultado do ensaio cometa entre os grupos caso (CA) e controle (CO), observou-se que tanto a doença como o uso de quimioterápicos, podem exercer influência no estabelecimento do dano, bem como para a redução da capacidade de reparação. Entre os dois grupos a maioria foi do sexo masculino e não apresentava comorbidades associadas. A maioria dos pacientes do grupo caso foi ex-tabagista e com histórico superior a 15 anos de uso de tabaco. Ao analisar os protocolos de tratamento, a maioria dos pacientes fez uso de duas classes de quimioterápicos e tiveram dano basal (p= 0,015) e residual (p= 0,05) superior aos pacientes do grupo CO. Nas análises envolvendo a reparação do dano induzido por metilmetano de sulfonato (MMS), observou-se para os CO, que a relação entre o tempo zero (T0) e o tempo 60 minutos (T60) apresentou reparação, da mesma forma que do T0 em relação ao tempo 180 minutos (T180), de forma progressiva. No entanto para os CA, entre o T0 e o T60 ocorreu aumento do dano, observando-se a reparação somente no T180. A análise da frequência e tipo de micronúcleos revelou diferença nos alelos de risco dos genes IL6 (1800795), TNF-a (1800620) e VDR (2228570), pois apresentaram mais alterações nos pacientes com câncer de pulmão. A avaliação do rs 1800795 do gene IL6 revelou aumento no percentual de micronúcleos, broto nuclear, células binucleadas, cariorréticas e cariolíticas nos portadores do alelo de risco nos CA. Enquanto no rs 1800620 do gene TNF-a foi observado para os portadores do alelo de risco, redução no percentual de células basais, de micronúcleos, broto nuclear, células binucleadas e cariorréticas. A avaliação do rs 2228570 no gene VDR demonstrou redução no percemtual de células basais, aumento de micronúcleos, broto nuclear, células binucleadas e cariorréticas. Todos os resultados envolvendo os genes IL6, TNF-a e VDR, sinalizaram maior dano nos genótipos onde o alelo de risco se fez presente. A presença de micronúcleos é um sinalizador de dano irreparável, polimorfismos nos genes IL6 e VDR são importantes marcadores tumorais, por isso conclui-se que as análises realizadas são relevantes para entender a fisiopatologia do câncer de pulmão.pt_BR
dc.description.protocolo346.984pt_BR
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