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dc.contributor.authorThumé, Caroline Taiane-
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleQualidade da dieta e fatores de risco para doenças crônicas.pt_BR
dc.date.issued2017-
dc.degree.localSanta Cruz do Sulpt_BR
dc.contributor.advisorPoll, Fabiana Assmann-
dc.degree.departmentCurso de Nutriçãopt_BR
dc.description.abstractThis study aimed to verify the Healthy Eating Index of public servants and associate with possible risk factors for Chronic Non-communicable Diseases (CNCDs). It is a cross-sectional research with adult civil servants. Food consumption was measured by the 24-hour Food Recall method and the quality of the diet evaluated by the Healthy Eating Index proposed by Mota et al. (2008). The risk factors were verified through a questionnaire with questions related to lifestyle, clinical and nutritional data. A total of 28 people were evaluated, 78.6% female, with a mean age of 38.68 ± 11.48 years, from whom 3.6% has a good quality diet, 89.3% the diet is requiring improvements and 7, 1% has a poor diet. The most prevalent nutritional status was eutrophia (50%) followed by overweight / obesity (42.9%). 35.7% do not practice physical activity, 92.9% reported not smoking, and 50% reported ingesting alcohol. The presence of CNCDs in the family was reported by 71.6% and 46.4% reported having current pathologies. It was concluded that the diet quality standard that predominated was the one that needs improvements and that there were several risk factors for chronic diseases in this sample.pt_BR
dc.description.notaInclui bibliografia.pt_BR
dc.subject.otherDietapt_BR
dc.subject.otherDoença crônicapt_BR
dc.subject.otherHábitos alimentarespt_BR
dc.subject.otherQualidade de vidapt_BR
dc.subject.otherEmagrecimento - Aspectos nutricionaispt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11624/2118-
dc.date.accessioned2018-07-11T13:20:51Z-
dc.date.available2019-03-01T00:04:06Z-
dc.degree.grantorUniversidade de Santa Cruz do Sulpt_BR
dc.description.resumoO presente estudo teve como objetivo verificar o Índice de Alimentação Saudável de servidores públicos e associar com possíveis fatores de risco para as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). Trata-se de uma pesquisa de delineamento transversal com funcionários públicos adultos. O consumo alimentar foi medido pelo método Recordatório Alimentar de 24 horas e a qualidade da dieta avaliada pelo Índice de Alimentação Saudável proposto por Mota et al. (2008). Os fatores de risco foram verificados através de um questionário com questões referentes ao estilo de vida, dados clínicos e nutricionais. Foram avaliados 28 indivíduos, 78,6% do sexo feminino, com idade média de 38,68±11,48 anos, sendo que 3,6% possuiu uma dieta de boa qualidade, 89,3% dieta precisando de melhorias e 7,1% dieta de má qualidade. O estado nutricional mais prevalente foi eutrofia (50%) seguido de sobrepeso/obesidade (42,9%). Não praticam atividade física 35,7%, 92,9% referiu não fumar, e 50% relataram ingerir bebida alcoólica. A presença de DCNT na família foi referida por 71,6% e 46,4% referem ter patologias atuais. Conclui-se que o padrão de qualidade da dieta que predominou foi o de precisando de melhorias, e que houve a presença de diversos fatores de risco para doenças crônicas nessa amostra.pt_BR
dc.description.protocolo2.167.757pt_BR
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