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dc.contributor.authorSeibert, Sandi-
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleA morte e o morrer : percepções dos acadêmicos(as) de psicologia.pt_BR
dc.date.issued2018-
dc.degree.localSanta Cruz do sulpt_BR
dc.contributor.advisorLasta, Leticia Lorenzoni-
dc.degree.departmentCurso de Psicologiapt_BR
dc.description.notaInclui bibliografia.pt_BR
dc.subject.otherMorte - Aspectos psicológicospt_BR
dc.subject.otherPsicologia - Estudantespt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11624/2226-
dc.date.accessioned2018-09-26T19:28:50Z-
dc.date.available2018-09-26T19:28:50Z-
dc.degree.grantorUniversidade de Santa Cruz do Sulpt_BR
dc.description.resumoHistoricamente há mudanças significativas de paradigmas referentes a morte e ao morrer, pois, observa-se que, até o século XIX, a morte era considerada algo natural e admissível, tendo assumido, progressivamente, um caráter oculto e inaceitável. Neste contexto pode-se dizer que as percepções atribuídas ao processo do morrer sofreram mudanças conforme o momento histórico e os contextos socioculturais. Na atualidade a morte e o morrer são temas considerados como tabu na sociedade, sendo assim, pouco se fala ou se pensa sobre esta questão. Todavia, esta temática desperta diversos sentimentos nos profissionais que atuam nos contextos da saúde, inclusive os(as) Psicólogos(as), que têm sua prática guiada pela minimização do sofrimento, bem como, uma escuta ativa e reflexiva para melhor elaboração de questões. Partindo disso, o objetivo geral desse estudo foi conhecer as percepções sobre a morte e o morrer dos acadêmicos(as) do Curso de Psicologia. Para a realização desta pesquisa, foram entrevistados 10 (dez) acadêmicos(as) do Curso de Psicologia da Universidade de Santa Cruz do Sul, que estavam cursando entre o 7º e 10º semestre do currículo nº 3025, ou entre o 9º e 12º semestre do currículo nº 1743 e haviam realizado ao menos um dos quatro estágios integrados obrigatórios do Curso. Esta pesquisa caracterizou-se como qualitativa e enquanto metodologia foram utilizadas entrevistas individuais semi-estruturadas, as quais a partir de um roteiro, procurou-se obter informações referentes aos objetivos da pesquisa e, também viabilizou que pudessem emergir no momento da entrevista, respostas que não estão condicionadas a uma padronização, mas sim a experiência dos sujeitos em relação a morte e ao morrer. Para a análise dos dados foi utilizado o método de análise temática indicada por Minayo (1993). E, após a coleta de dados e análise dos mesmos, a discussão foi organizada a partir de quatro marcadores temáticos, sendo eles: Morte e Morrer: um processo natural da vida; "Morrer em vida" : perdas e dificuldades de se pensar sobre a morte; Morte e morrer no contexto dos estágios em Psicologia; e, Educação para a morte e o morrer: um possível desafio na graduação em Psicologia.pt_BR
dc.description.protocolo2.436.317pt_BR
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