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dc.contributor.authorZucuni, Luana Raiter-
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleReparo de lesões periapicais após tratamento endodôntico em pacientes diabéticos.pt_BR
dc.date.issued2018-
dc.degree.localSanta Cruz do Sulpt_BR
dc.contributor.advisorReis, Magda de Sousa-
dc.degree.departmentCurso de Odontologiapt_BR
dc.description.abstractEl éxito de un tratamiento endodontico con lesión periapical depende de diversos factores y és confirmado después de algunos años de su realización, a través de la preservación clínica y radiográfica. La proservación hace parte del tratamiento y tiene una significativa importancia para la manutención de la salud del diente tratado y, así ,de la salud general del individuo. Este estudio tubo como principal meta acompañar el reparo de lesiones periapicais después del tratamiento endodôntico, en pacientes diabéticos, realizados en la Clinica de odontología da UNISC, campus de Santa Cruz do Sul/RS. Para este estudio, fueron examinados 10 pacientes diabéticos que realizaron tratamiento endodôntico, en los años de 2016 y 2017, y que apresentaron el diagnóstico de necrosis pulpar con lesión periapical. Fueron estabelecidos criterios para la inspección física en la consulta de la proservación, como la avaliación del sintomalogia dolorosa, dolor a la percursión vertical y horizontal, palpación apical, estado de la mucosa, movilidad dental, calidad de la restauración y oclusión del elemento dental con el diente antagonista.. El examen radiográfico fue realizado para atener si hube incremento, ninguna alteración o regreso del tamaño de la lesión periapical. El examen fue finalizado con la realización de lo hemoglicoteste ( HGT) para avaliar cual el nível de la glucosa durante la proservación. De los 10 pacientes diabéticos examinados, 60% estaban compensados y el 40% descompensados. De los 14 tratamientos proservados, 42,85% apresentaron éxito, y el 57,14% probable éxito. Sin embargo los resultados no fueron conclusivos para afirmar la afirmación la interposición del diabetes en lo reparo apical.pt_BR
dc.description.notaInclui bibliografia.pt_BR
dc.subject.otherEndodontiapt_BR
dc.subject.otherTratamento odontológicopt_BR
dc.subject.otherDiabéticospt_BR
dc.subject.otherDoenças da polpa dentáriapt_BR
dc.subject.otherAbscesso periapicalpt_BR
dc.subject.otherDiabetes mellituspt_BR
dc.subject.otherDiabetes mellitus tipo 1pt_BR
dc.subject.otherDiabetes mellitus tipo 2pt_BR
dc.subject.otherClínicas odontológicaspt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11624/2391-
dc.date.accessioned2019-04-09T18:23:13Z-
dc.date.available2019-04-09T18:23:13Z-
dc.degree.grantorUniversidade de Santa Cruz do Sulpt_BR
dc.description.resumoO sucesso de um tratamento endodôntico com lesão periapical depende de diversos fatores e é confirmado após alguns anos da sua realização, através da proservação clínica e radiográfica. A proservação faz parte do tratamento e tem uma significativa importância para a manutenção da saúde do dente tratado e, consequentemente, da saúde geral do indivíduo. Este estudo teve como principal objetivo acompanhar o reparo de lesões periapicais após tratamento endodôntico, em pacientes diabéticos, realizados na clínica de Odontologia da UNISC, campus de Santa Cruz do Sul/RS. Para este estudo, foram examinados 10 pacientes diabéticos que realizaram tratamento endodôntico, nos anos de 2016 e 2017, e que apresentavam o diagnóstico de necrose pulpar com lesão periapical. Foram estabelecidos critérios para o exame físico, na consulta de proservação como a avaliação de sintomatologia dolorosa, dor à percussão vertical e horizontal, palpação apical, estado da mucosa, mobilidade dental, qualidade da restauração e oclusão do elemento dental com o dente antagonista. O exame radiográfico foi realizado para observar se houve aumento, nenhuma alteração ou regressão do tamanho da lesão periapical. O exame foi finalizado com a realização do hemoglicoteste (HGT) para avaliar qual o nível da glicose durante a proservação. Dos 10 pacientes diabéticos examinados, 60% estavam compensados e 40%, descompensados. Dos 14 tratamentos proservados, 42,85% apresentaram sucesso, e 57,14% provável sucesso. Porém os resultados não foram conclusivos para afirmar a interferência do diabetes no reparo apical.pt_BR
dc.description.protocolo67057917.2.0000.5343 / 08 de maio de 2017pt_BR
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