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dc.contributor.authorKappaun, Ivan Jeferson-
dc.typeTese de Doutoradopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleFenomenologia do gesto desenhante na educação como modo de habitar e escola e a pós-graduação.pt_BR
dc.date.issued2026-
dc.degree.localSanta Cruz do Sulpt_BR
dc.contributor.advisorRichter, Sandra Regina Simonis-
dc.degree.departmentPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.description.abstractThe phenomenology of the drawing gesture in education as a way of inhabiting school and postgraduate studies, research carried out within the Language and Intercultural Experience in Education line of the Postgraduate Program in Education at the University of Santa Cruz do Sul (PPGEdu/Unisc), proposes that we think about the act of drawing not as a technique or representation, but as an original gesture capable of establishing language, presence, and possible worlds in school. From the gesture articulated with the drawing neologism, I outline a field of thought that explores the proximities between arts, education, and philosophy. The methodological approach is anchored in the phenomenologies of Merleau-Ponty and Bachelard to understand the drawing gesture as a playful action of language—sensitive and poetic—that intertwines body, matter, and imagination. This research journey is marked by wandering, understood as a way of inhabiting the investigation and the school: a journey without a predetermined end, open to mystery and uncertainty, composing a text that alternates conceptual discussions and poetic outlines. The investigative path traverses different dimensions: the dwelling as a metaphor for inhabiting and welcoming; the material imagination of the four elements in Bachelard’s work as material for reverie and gesture; the historicity of the relationship between arts and education and its specificities; playfulness as a force that establishes experience; language as poiesis and invention of worlds; and school as a space of sensitive resistance and shelter for what is unfinished. Thus, the drawing gesture is understood as a way of questioning school education while promoting openness to language experiences that welcome uncertainty, wandering, and creation. This work culminates in the defense of the teaching action in arts as a mediation of the drawing gesture: a phenomenological and aesthetic educational practice that seeks to create conditions of possibility for children and young people to experience language as play, imagination, and presence. I therefore defend the school and postgraduate studies as a dwelling and as a time-space of coexistence that is accomplished in gestures, marks, and images, allowing for the emergence of other ways of inhabiting the world in language with other humans.pt_BR
dc.description.notaInclui bibliografia.pt_BR
dc.subject.otherDesenhopt_BR
dc.subject.otherEducaçãopt_BR
dc.subject.otherArtespt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11624/4236-
dc.date.accessioned2026-03-30T15:04:25Z-
dc.date.available2026-03-30T15:04:25Z-
dc.degree.grantorUniversidade de Santa Cruz do Sulpt_BR
dc.description.resumoA fenomenologia do gesto desenhante na educação como modo de habitar a escola e a pós-graduação, pesquisa desenvolvida na linha Linguagem e Experiência Intercultural na Educação do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Santa Cruz do Sul (PPGEdu/Unisc), propõe pensar a ação de desenhar não como técnica ou representação, mas como gesto originário capaz de instaurar linguagem, presença e mundos possíveis na escola e na academia. A partir do gesto articulado ao neologismo desenhante, delineio um campo de pensamento que tensiona a aproximação entre artes, educação e filosofia. O percurso metodológico se ancora nas fenomenologias de Merleau-Ponty e de Bachelard para compreender o gesto desenhante como ação lúdica de linguagem - sensível e poética - que entrelaça corpo, matéria e imaginação. A travessia da pesquisa é marcada pela errância, entendida como forma de habitar a investigação e a escola: um caminhar sem fim predeterminado, aberto ao mistério e à incerteza, compondo uma escrita que alterna discussões conceituais e delineamentos poéticos. O percurso investigativo atravessa diferentes dimensões: a morada como metáfora do habitar e do acolher; a imaginação material dos quatro elementos na obra de Bachelard como estofo para o devaneio e para o gesto; a historicidade da relação entre artes e educação e suas especificidades; o lúdico como força instauradora de experiência; a linguagem como poiésis e invenção de mundos; e a escola como espaço de resistência sensível e abrigo para o inacabado. Assim, o gesto desenhante é compreendido como modo de interrogar a educação escolar ao promover abertura a experiências de linguagem que acolhem incerteza, errância e criação. O trabalho culmina na defesa da ação docente em artes como mediação do gesto desenhante: prática educativa fenomenológica e estésica que busca criar condições de possibilidade para que crianças e jovens experimentem linguagem como jogo, imaginação e presença. Defendo, portanto, a escola e a pós-graduação como morada e como tempo-espaço de coexistência que se efetiva em gestos, marcas e imagens, permitindo a emergência de outras formas de habitar o mundo em linguagem com outros humanos.pt_BR
Aparece nas coleções:Programa de Pós-Graduação em Educação – Mestrado e Doutorado

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