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http://hdl.handle.net/11624/4237Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Silva, Gabriel Alves da | - |
| dc.type | Dissertação de Mestrado | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.title | A escrava é quem manda aqui : a mulher negra no conto afro-brasileiro de Maria Firmina dos Reis e no conto afro-moçambicano de Paulina Chiziane. | pt_BR |
| dc.date.issued | 2026 | - |
| dc.degree.local | Santa Cruz do Sul | pt_BR |
| dc.contributor.advisor | Guimarães, Rafael Eisinger | - |
| dc.degree.department | Programa de Pós-Graduação em Letras | pt_BR |
| dc.description.abstract | This research intends to promote a comparative analysis of the short stories Quem manda aqui?, by Paulina Chiziane (2019), published originally in 2013, and A escrava, by Maria Firmina dos Reis (2021), written in 1887, to ponder Black women’s figuration in the prosaic texts as a symbol of resistance to violence. The study draws on research from theoretical and historical perspectives of the entrenchment of African-Mozambican literature, based on the research of Sávio Roberto Fonseca de Freitas (2014, 2020), Luciana Brandão Leal e Roberta Maria Ferreira Alves (2023), Juvenal Bucuane (2023) and Francisco Noa (1999), and of Afro-Brazilian literature, based on the contributions of Ana Rita Santiago da Silva (2011), Marília Conforto (2001), Eduardo de Assis Duarte (2010). The Afro-Feminist theories in Mozambique and Afro-Latin American Feminism in Brazil are explored from the perspectives of Oyèrónké Oyewùmí (2020), Signe Arnfred (2011) e Lélia Gonzalez (2020). It is assumed that, through theoretical study and by adopting intertextuality as a methodology for comparative analysis, it is possible to establish dialogues on the representation of resistance attributed to Black women in Afro-identified literatures, here exemplified by the works of Paulina Chiziane and Maria Firmina dos Reis. | pt_BR |
| dc.description.nota | Inclui bibliografia. | pt_BR |
| dc.subject.other | Reis, Maria Firmina dos, 1825-1917 - Crítica e interpretação | pt_BR |
| dc.subject.other | Chiziane, Paulina, 1955- - Crítica e interpretação | pt_BR |
| dc.subject.other | Mulheres na literatura | pt_BR |
| dc.subject.other | Feminismo e literatura | pt_BR |
| dc.subject.other | Negros na literatura | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11624/4237 | - |
| dc.date.accessioned | 2026-04-01T18:00:21Z | - |
| dc.date.available | 2026-04-01T18:00:21Z | - |
| dc.degree.grantor | Universidade de Santa Cruz do Sul | pt_BR |
| dc.description.resumo | Esta pesquisa pretende desenvolver uma análise comparada dos contos Quem manda aqui?, de Paulina Chiziane (2019), publicado originalmente em 2013, e A escrava, de Maria Firmina dos Reis (2021), escrito em 1887, de forma a refletir sobre a figuração da mulher negra nos textos literários como símbolo de resistência à violência colonial. O estudo embasar-se-á nas perspectivas teóricas e históricas da consolidação das literaturas afro-moçambicana, a partir das pesquisas de Sávio Roberto Fonseca de Freitas (2014, 2020), Luciana Brandão Leal e Roberta Maria Ferreira Alves (2023), Juvenal Bucuane (2023) e Francisco Noa (1999), e afro-brasileira com as contribuições de Ana Rita Santiago da Silva (2011), Marília Conforto (2001), Eduardo de Assis Duarte (2010), e nas teorias afro-feministas em contexto de Moçambique e feminismo afro-latino-americano do Brasil, pelo prisma do pensamento de Oyèrónké Oyewùmí (2020), Signe Arnfred (2011) e Lélia Gonzalez (2020). Parte-se do pressuposto de que, por meio do estudo teórico e tendo a intertextualidade como metodologia de análise comparativa, é possível formar diálogos sobre a figuração da resistência atribuída à mulher negra nas literaturas afroidentificadas aqui representadas pelas obras de Paulina Chiziane e de Maria Firmina dos Reis. | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Programa de Pós-Graduação em Letras – Mestrado e Doutorado | |
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|---|---|---|---|
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