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dc.contributor.authorAlves, Carolina Rauber-
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleQualidade de vida e utilização de serviços de saúde dos indivíduos submetidos à intervenção coronariana percutânea em um centro de terapia endovascularpt_BR
dc.date.issued2019-
dc.contributor.advisorCarissimi, Daiana Klein Weber-
dc.degree.departmentCurso de Enfermagempt_BR
dc.description.notaInclui bibliografia.pt_BR
dc.subject.otherEnfermagempt_BR
dc.subject.otherCardiopatiaspt_BR
dc.subject.otherAssistência à saúdept_BR
dc.subject.otherQualidade de vidapt_BR
dc.subject.otherProcedimentos endovasculares-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11624/2505-
dc.date.accessioned2019-08-23T18:03:25Z-
dc.degree.grantorUniversidade de Santa Cruz do Sulpt_BR
dc.description.resumoObjetivo: Mensurar a qualidade de vida e verificar a utilização de serviços de saúde dos indivíduos submetidos à Intervenção Coronariana Percutânea em um Centro de Terapia Endovascular. Metodologia: estudo de abordagem quantitativa, de delineamento observacional descritivo, do tipo transversal. Realizado com 48 indivíduos submetidos a ICP, no período de agosto a outubro de 2018, atendidos no Centro de Terapia Endovascular de um hospital de ensino, referência em alta complexidade cardiovascular. Os dados foram analisados estatisticamente por meio do Programa SPSS 23. Resultados: a amostra foi composta predominantemente pelo sexo masculino (58,3%), com média de idade de 57 anos (±10), cor branca (64,6%), casados (63,8%), residirem com até 3 familiares (89,6%), com ensino fundamental incompleto - média de 7 anos de estudo (±4), situação de trabalho ativo (58,3%), sedentários (85,4%), hipertensos (81,2%) e diabéticos (45,8%). Houve predomínio de usuários do SUS (64,3%), que em sua maioria tiveram acesso ao serviço do referido hospital por ICP de urgência (70,8%). Nos casos de ICP eletiva que caracterizam (29,2%) da amostra, a maioria (12,5%) precisou aguardar na fila de espera para o procedimento por um mês, seguido por (6,3%) que necessitaram aguardar por até 2 anos. Em relação às consultas médicas, (50,0%) da amostra relata ter consultado com algum médico três meses antes do procedimento. Houve predomínio de consultas particulares/convênio (33,3%) e o principal motivo foi o acompanhamento de doença crônica, reabilitação e rotina (57,0%). No que diz respeito à farmacoterapia e adesão à terapêutica medicamentosa, a maioria dos indivíduos ganha ou compra parte dos medicamentos de uso contínuo (69,0%) e são caracterizados como não aderentes (64,3%). Considerações finais: verificou-se que a QV dos pacientes é considerada relativamente baixa e que os mesmos têm dificuldades de acesso ao procedimento de ICP pelo SUS, apresentando maior tempo de espera para realização, se comparados aos pacientes convênio/privado. Neste contexto, o enfermeiro deve estar direcionado para estratégias que busquem melhorar a qualidade de vida dessa população, na elaboração e aplicação de políticas de controle e monitoramento aplicadas à prevenção e atenção às DCVs.pt_BR
dc.description.embargo2021-06-28-
dc.description.protocolo2773922 17/07/18pt_BR
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