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http://hdl.handle.net/11624/4262Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Eisenhardt, Munithele Moraes | - |
| dc.type | Dissertação de Mestrado | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.title | Suplementação de creatina entre praticantes de exercícios físicos em academias e sua influência sobre marcadores antioxidantes e de dano ao DNA. | pt_BR |
| dc.date.issued | 2026 | - |
| dc.degree.local | Santa Cruz do Sul | pt_BR |
| dc.contributor.advisor | Franke, Silvia Isabel Rech | - |
| dc.contributor.advisorco | Molz, Patrícia | - |
| dc.contributor.advisorco | Schlickmann, Diene da Silva | - |
| dc.degree.department | Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introduction: The increase in gym membership has driven demand for sports supplements, particularly creatine. Scientific evidence shows that, in addition to its ergogenic benefits, creatine has antioxidant properties. However, the relationship between creatine supplementation and DNA damage still needs further investigation. General objective: To review and investigate creatine supplementation among gym-goers, exploring its relationship with demographic and behavioral variables, and to analyze its influence on antioxidant and DNA damage markers. Book Chapter: This chapter sought to identify the role of creatine supplementation as an ergogenic aid, capable of contributing to significant improvements in physical performance and muscle mass gain. In addition, it provided evidence suggesting that creatine supplementation may play an indirect antioxidant role, helping to combat oxidative stress during physical exercise, thus mitigating oxidative damage to cellular structures such as lipids, proteins, and DNA. Manuscript 1: A total of 358 gym users were evaluated and responded to an online questionnaire addressing demographic data, exercise habits, and creatine use. Of these, 48.6% used creatine, with a higher prevalence among females (57.5%; p<0.001), younger individuals (<30 years; 56.3%, p<0.001), and non-smokers (87.0%; p=0.037). Creatine users had a higher frequency of weekly training sessions (64.4%, >4 times per week; p<0.001), sessions lasting up to 60 minutes (60.9%; p=0.001), and motivation focused on muscle mass gain (85.1%; p<0.001). Differences according to gender were observed for the number of weekly sessions (>4 times per week, Women, 56.0% and Men 75.7%; p=0.027), training duration (≤60 minutes, Women, 69.0% and Men 50.0%; p=0.012), reasons for use, such as muscle mass gain (Women, 34.0% and Men 62.0%; p<0.0001), and motivation focused on muscle mass gain (Women, 34.0% and Men 62.0%; p<0.0001), reasons for use, such as muscle mass gain (Women, 34.0% and Men 62.0%; p<0.0001) and muscle recovery (Women, 34.0% and Men 9.5%; p<0.001), and recommendations for use by nutritionists (women, 50.0%, and men, 21.6%; p<0.001) or physical (women, 6.0%, and men, 0.0%; p=0.039). Supplementation also varied according to age group, with significant differences in training duration (<30 years: 54.1%, ≤60 minutes; 30–45 years: 77.0%, ≤60 minutes and >45 years: 60.0%, >60 minutes; p=0.003), reasons such as muscle mass gain (<30 years: 54.1%, 30–45 years: 34.4%, and >45 years: 60.0%; p=0.048) and health (>45 years: 40.0%; p=0.001), in addition to medical recommendation (>45 years: 20.0%; p=0.001). Manuscript 2: In total, 254 gym-goers were evaluated, with a mean age of 35.36 ± 13.60 years and a prevalence of females (65.0%). The prevalence of creatine use was 44.9%, and the individuals were divided into three supplementation groups: non-user (n=140), creatine use alone (n=33), and combined use of creatine with one or more supplements (n=81). Regarding DNA damage markers (damage index and frequency, micronuclei, and nuclear buds), analyses of variance did not indicate significant differences between the supplementation groups (p>0.05). However, adjusted linear regression revealed that participants using combined creatine maintained a significantly lower frequency of cells with micronuclei compared to those using isolated creatine (β=−2.19; p=0.023), even after controlling for covariates. The other associations between the form of supplementation and the other markers of DNA damage did not hold up after adjustment. Finally, for the antioxidant markers TEAC and TBARS, no significant differences were observed between the groups in the analysis of variance or in the linear regression (crude and adjusted), indicating that the form of creatine use did not significantly impact systemic antioxidant status (p>0.05). Creatine Supplementation Guide: The primer addresses the main aspects of creatine supplementation, highlighting its antioxidant benefits, the definition of creatine and its dietary sources, and its mechanism of action in the body. Other beneficial effects are also presented, such as improved muscle and energy performance, and information on safety of use, including recommended doses and supplementation protocols. Final considerations: The works described in this dissertation reinforce the relevance of creatine supplementation in the context of sports nutrition, highlighting its ergogenic and antioxidant effects. Also, the findings suggest a potential protective effect of combined creatine on DNA damage, with little influence of the supplementation method on the antioxidant markers analyzed. | pt_BR |
| dc.description.nota | Inclui bibliografia. | pt_BR |
| dc.subject.other | Creatina | pt_BR |
| dc.subject.other | Exercícios físicos - Aspectos fisiológicos | pt_BR |
| dc.subject.other | Suplementos nutricionais | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11624/4262 | - |
| dc.date.accessioned | 2026-04-28T18:48:19Z | - |
| dc.date.available | 2026-04-28T18:48:19Z | - |
| dc.degree.grantor | Universidade de Santa Cruz do Sul | pt_BR |
| dc.description.resumo | Introdução: O aumento na adesão à prática de exercícios físicos em academias tem impulsionado a demanda por suplementos esportivos, destacando-se a creatina. Neste sentido, evidências científicas demonstram que, além de seus benefícios ergogênicos, a creatina apresenta propriedades antioxidantes. No entanto, a relação entre sua suplementação e a geração de danos ao DNA ainda carece de investigação aprofundada. Objetivo geral: Investigar a suplementação de creatina entre praticantes de exercícios físicos em academias, explorando sua relação com variáveis demográficas e comportamentais, e analisar sua influência sobre marcadores antioxidantes e de dano ao DNA. Capítulo de Livro: Este capítulo buscou identificar o papel da suplementação com creatina como auxílio ergogênico, capaz de contribuir para melhorias significativas no desempenho físico e no ganho de massa muscular. Além disso, trouxe evidências que sugerem que a suplementação de creatina pode exercer um papel antioxidante indireto, auxiliando no combate ao estresse oxidativo durante a prática de exercícios físicos, mitigando assim o dano oxidativo às estruturas celulares, como lipídios, proteínas e DNA. Manuscrito 1: Um total de 358 usuários de academias foram avaliados e responderam a um questionário online abordando dados demográficos, hábitos de exercício e uso de creatina. Destes, 48,6% faziam uso de creatina, com maior prevalência do sexo feminino (57,5%; p<0,001), indivíduos mais jovens (<30 anos; 56,3%, p<0,001) e não fumantes (87,0%; p=0,037). Usuários de creatina apresentaram maior frequência de treinos semanais (64,4%, >4 vezes por semana; p<0,001), sessões com duração de até 60 minutos (60,9%; p=0,001) e motivação voltada ao ganho de massa muscular (85,1%; p<0,001). Diferenças de acordo com o sexo foram observadas para o número de sessões semanais (>4 vezes por semana, mulheres, 56,0% e homens 75,7%; p=0,027), a duração dos treinos (=60 minutos, mulheres, 69,0% e homens 50,0%; p=0,012), os motivos para uso, como ganho de massa muscular (mulheres, 34,0% e homens 62,0%; p<0,0001) e recuperação muscular (mulheres, 34,0% e homens 9,5%; p<0,001), e as recomendações para uso, por nutricionistas (mulheres, 50,0% e homens 21,6%; p<0,001) ou médicos (mulheres, 6,0% e homens 0,0%; p=0,039). A suplementação também variou conforme a faixa etária, com diferenças significativas na duração dos treinos (<30 anos: 54,1%, =60 minutos; 30–45 anos: 77,0%, =60 minutos e >45 anos: 60,0%, >60 minutos; p=0,003), motivos como ganho de massa muscular (<30 anos: 54,1%, 30–45 anos: 34,4% e >45 anos: 60,0%; p=0,048) e saúde (>45 anos: 40,0%; p=0,001), além da recomendação médica (>45 anos: 20,0%; p=0,001). Manuscrito 2: Ao todo, avaliou-se 254 praticantes de academia com idade média de 35,36±13,60 anos e prevalência do sexo feminino (65,0%). A prevalência do uso de creatina foi de 44,9% e os indivíduos foram divididos em três grupos de suplementação: não usa (n=140), uso isolado de creatina (n=33) e uso combinado de creatina com um ou mais suplementos (n=81). Em relação aos marcadores de dano ao DNA (índice e frequência de dano, micronúcleos e brotos nucleares), as análises de variância não indicaram diferenças significativas entre os grupos de suplementação (p>0,05). Contudo, a regressão linear ajustada revelou que os participantes que utilizavam creatina combinada mantiveram uma frequência de células com micronúcleos significativamente menor em comparação com os que usavam creatina isolada (ß=-2,19; p=0,023), mesmo após o controle por covariáveis. As demais associações entre a forma de suplementação e os outros marcadores de dano ao DNA não se sustentaram após o ajuste. Por fim, para os marcadores antioxidantes TEAC e TBARS, não foram observadas diferenças significativas entre os grupos nas análises de variância -ou na regressão linear (bruta e ajustada), indicando que a forma do uso de creatina não impactou relevantemente o status antioxidante sistêmico (p>0,05). Cartilha sobre Suplementação de Creatina: A cartilha aborda os principais aspectos da suplementação de creatina, destacando seus benefícios antioxidantes, a definição do que é a creatina e suas fontes dietéticas, além do mecanismo de ação no organismo. Também são apresentados outros efeitos benéficos, como melhora no desempenho muscular e energético, e informações sobre a segurança do uso, incluindo doses recomendadas e protocolos de suplementação. Considerações finais: Os estudos apresentados nesta dissertação reforçam a relevância da suplementação de creatina no contexto da nutrição esportiva, evidenciando seus efeitos ergogênicos e antioxidantes. Ainda, os achados sugerem um potencial efeito protetor da creatina combinada sobre o dano no DNA, com pouca influência da forma de suplementação nos marcadores antioxidantes analisados. | pt_BR |
| dc.description.protocolo | 5.121.729 - 23/11/2021 | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde - Mestrado e Doutorado | |
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