Use este identificador para citar ou linkar para este item:
http://hdl.handle.net/11624/4312Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Thumé, Lyon Uebel | - |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.title | Relações Brasil-China : caminhos para a projeção global brasileira. | pt_BR |
| dc.date.issued | 2024 | - |
| dc.degree.local | Santa Cruz do Sul | pt_BR |
| dc.contributor.advisor | Mallmann, Vinicius Henrique | - |
| dc.degree.department | Curso de Relações Internacionais | pt_BR |
| dc.description.abstract | The Sino-Brazilian relations, which celebrate 50 years in 2024, are essential for Brazil's international projection, especially in a context of hegemonic transition in the global system. This article will analyze how Brazilian foreign policy can become a pivot in the international system, using its relationship with China to expand its global and regional influence, as well as strengthen its economic and diplomatic position. The main objective is to answer whether Brazilian diplomacy, by leveraging this relationship, can assume leadership among developing countries. The Critical Theory of International Relations will guide this study, enabling a disruptive analysis of the power dynamics in the current system, the hegemony of the U.S., and China's rise. The methodology will focus on analyzing the last two decades of these relations, identifying key points and how they can influence the present and future of Brazilian foreign diplomacy. | pt_BR |
| dc.description.nota | Inclui bibliografia. | pt_BR |
| dc.subject.other | Relações internacionais | pt_BR |
| dc.subject.other | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.other | China | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11624/4312 | - |
| dc.date.accessioned | 2026-08-04T15:11:50Z | - |
| dc.date.available | 2026-08-04T15:11:50Z | - |
| dc.degree.grantor | Universidade de Santa Cruz do Sul | pt_BR |
| dc.description.resumo | As relações sino-brasileiras, que completam 50 anos em 2024, são essenciais para a projeção internacional do Brasil, especialmente em um cenário de transição hegemônica no sistema global. Este artigo analisará como a política externa brasileira pode se tornar um pivô no sistema internacional, utilizando sua relação com a China para expandir sua influência global e regional, além de fortalecer sua posição econômica e diplomática. O objetivo principal é responder se a diplomacia brasileira, ao aproveitar essa relação, pode assumir uma liderança entre os países em desenvolvimento. A Teoria Crítica das Relações Internacionais guiará este estudo, permitindo uma análise disruptiva sobre as relações de poder no sistema atual, a hegemonia dos EUA e a ascensão da China. A metodologia focará na análise das últimas duas décadas dessas relações, identificando seus pontos-chave e como podem influenciar o presente e futuro da diplomacia externa brasileira. | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Relações Internacionais | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
| Lyon Uebel Thumé.pdf | 421.8 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons
