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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorFregapani, Letícia da Rosa-
dc.typeTese de Doutoradopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleNo eco dos corredores da escola : a leitura - um estudo e uma prática sobre a mediação em leitura na Educação Básica.pt_BR
dc.date.issued2026-
dc.degree.localSanta Cruz do Sulpt_BR
dc.contributor.advisorFronckowiak, Ângela-
dc.degree.departmentPrograma de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.description.abstractLa presente tesis investiga las implicaciones pedagógicas de la afirmación de que la lectura es parte integrante de los diversos componentes que forman la grade curricular de la Educación Básica, buscando comprender en que grado el momento de formación continuada ha sido visto como oportunidad para que esa integración ocurra, sea vivida y comprendida en la escuela. La E.E.E.M. Pedro Rosa es nuestra compañera en esta investigación, que se constituyó como una investigación-acción, puesto que partimos de una demanda real de la escuela por la reflexión respeto a la lectura. Nuestras acciones en campo se caracterizaron a través de la realización de 8 encuentros para leer junto con los profesores - tanto para fruición, como para estudios teóricos - ; la aplicación de cuestionarios en el inicio y al término del período de realización de la investigación; y el planeamiento de actividades de promoción de la lectura en la escuela. En la confluencia de esas acciones, terminamos por intervenir en la biblioteca de la institución, una vez que la comprendemos como un espacio esencial en la temática da formación de lectores. Partimos de una mirada fenomenológica, atenta al fenómeno de la lectura y encontramos, en nuestro aporte teórico, diferentes voces que nos ayudan en esa escucha. Con Jorge Larrosa (2018) y Graciela Montes (2020), nos volvemos para la experiencia y el enigma que son la lectura. A partir de lo que desarrolló Antonio Nóvoa (2023), nos direccionamos para el hacer del profesor y la idea de una formación continuada. René Barbier (2007) nos ayuda en las definiciones de que puede ser una investigación-acción. Michèle Petit (2024), Teresa Colomer (2007) y Ana Maria Machado (2011) nos acompañan en la reflexión respecto la formación de lectores, que nos lleva al concepto de ecosistema mediador presentado por Felipe Munita (2024). También hacemos una consulta extensa a documentos de la educación nacional, como la Base Nacional Comum Curricular (BNCC), la BNC – Formação Continuada, el Censo Escolar y los resultados del Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB). Al fin, comprendemos: la formación continuada como momento bastante proficuo para la discusión cerca de la lectura en la escuela, implicando en cuestionamientos sobre el “yo lector” y el “yo mediador”; la biblioteca como espacio clave para el desarrollo de actividades de fomento a la lectura en la escuela; las acciones direccionadas a la lectura vinculadas a la necesidad de una mirada longitudinal, tanto en cuestiones espaciales, cuanto temporales y, finalmente, la potencia existente en el encuentro de los profesionales de la educación con sus pares y el conjunto de la comunidad escolar. Percibimos, por fin, que los puntos de reflexión esenciales para pensar la formación de lectores en la escuela son los estudiantes, la unión entre profesores y funcionarios, la biblioteca y el planeamiento, y ellos, por consiguiente, vienen a ser aquellos que descubrimos fundantes de un ecosistema lector en la escuela, responsables por hacer con que la lectura resuene por sus pasillos.pt_BR
dc.description.notaInclui bibliografia.pt_BR
dc.subject.otherLeiturapt_BR
dc.subject.otherProfessores - Formaçãopt_BR
dc.subject.otherEducação de basept_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11624/4310-
dc.date.accessioned2026-07-16T13:26:07Z-
dc.date.available2026-07-16T13:26:07Z-
dc.degree.grantorUniversidade de Santa Cruz do Sulpt_BR
dc.description.resumoA presente tese investiga as implicações pedagógicas da afirmação de que a leitura é parte integrante dos diversos componentes que formam a grade curricular da Educação Básica, buscando compreender em que medida o momento de formação continuada tem sido encarado enquanto oportunidade para que essa integração ocorra, seja vivida e compreendida na escola. A E.E.E.M. Pedro Rosa é nossa parceira nesta pesquisa, que se constituiu como uma pesquisa ação, dado que partimos de uma demanda real da escola pela reflexão a respeito da leitura. Nossas ações em campo se caracterizaram através da realização de 8 encontros para ler junto com os professores - tanto para fruição, quanto para estudos teóricos - ; a aplicação de questionários no início e ao término do período de realização da pesquisa; e o planejamento de atividades de promoção da leitura na escola. Na confluência dessas ações, acabamos por intervir na biblioteca da instituição, uma vez que a compreendemos como um elemento essencial na temática da formação de leitores. Partimos de um olhar fenomenológico, atento ao fenômeno da leitura e encontramos, no nosso aporte teórico, diferentes vozes que nos ajudam nessa escuta. Com Jorge Larrosa (2018) e Graciela Montes (2020), voltamo-nos para a experiência e o enigma que são a leitura. A partir do que desenvolveu Antonio Nóvoa (2023), olhamos para o fazer do professor e a ideia de uma formação continuada. René Barbier (2007) nos auxilia nas definições do que pode ser uma pesquisa-ação. Michèle Petit (2024), Teresa Colomer (2007) e Ana Maria Machado (2011) acompanham-nos na reflexão a respeito da formação de leitores, que nos leva ao conceito de ecossistema mediador apresentado por Felipe Munita (2024). Também fazemos uma consulta extensa a documentos da educação nacional, como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a BNC – Formação Continuada, o Censo Escolar e os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB). Ao fim, compreendemos: a formação continuada enquanto momento bastante profícuo para a discussão a respeito da leitura na escola, implicando em questionamentos a respeito do “eu leitor” e do “eu mediador”; a biblioteca como espaço chave para o desenvolvimento de atividades de fomento à leitura na escola; as ações voltadas à leitura vinculadas à necessidade de um olhar longitudinal, tanto em termos espaciais, quanto temporais e, finalmente, a potência existente no encontro dos profissionais da educação com seus pares e o conjunto da comunidade escolar. Percebemos, por fim, que os pontos de reflexão essenciais para pensar a formação de leitores na escola são os estudantes, a junção entre professores e funcionários, a biblioteca e o planejamento, e eles, por conseguinte, vêm a ser aqueles que descobrimos fundantes de um ecossistema leitor na escola, responsáveis por fazer com que a leitura ecoe por seus corredores.pt_BR
dc.description.protocolo79146424.4.0000.5343 - 14/05/2024pt_BR
Aparece nas coleções:Programa de Pós-Graduação em Letras – Mestrado e Doutorado

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